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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Êxodo 32 e 33




O capitulo 32 nos conta a triste história do bezerro de ouro. Moisés estava no monte já há quarenta dias e quarenta noites, o povo já impaciente, juntam os lideres e reclamam por algo para adorar e Arão, sem autoridade perante o povo faz ali um bezerro de ouro – o bezerro era provavelmente semelhante às representações do deus-touro egípcio Ápis e sua manufatura era uma violação flagrante ao segundo mandamento.


Arão edifica um altar diante do bezerro e anunciou uma festa dedicada ao Senhor, misturando o próprio Deus com falsos deuses – parece que Arão reconheceu as consequências idólatras do seu ato e agiu com rapidez para impedir que o povo se desviasse completamente do Senhor.

No verso 6, o povo se assentou para e comer e beber e levantou-se para entregar-se a farra – símbolo pagão evocava práticas religiosas pagãs. Paulo cita essa expressão como um exemplo vívido da tendência de Israel em direção à idolatria. O verbo hebraico traduzido por “entregar-se à farra” muitas vezes tem conotações sexuais. Orgias imorais muitas vezes acompanhavam a adoração pagã na antiguidade.

No verso 7 e  9, Deus se refere ao povo com “seu povo” ou “este povo” e não como “meu povo”, mostrando que Deus estava repudiando o povo por ter violado a aliança divina.

Moisés desce e encontra toda aquela farra e indignado joga as tabuas no chão e elas quebram, testificando assim contra Israel que a nação violara a aliança. Arão não assume a sua responsabilidade e os fiéis ao Senhor, atacaram os infiéis e houve grande arrependimento no acampamento.

Verso 30, propiciação pelo pecado de vocês – fazendo urgente intercessão diante de Deus, no papel do mediador que Deus nomeara entre ele mesmo e Israel. Nenhum sacrifício que Israel ou Moisés pudesse oferecer poderia fazer expiação por este pecado. Moisés, porém, identificou-se de tal maneira com Israel que fez de sua morte a condição para Deus destruir a nação. Jesus Cristo, o grande Mediador, ofereceu a si mesmo na cruz para fazer expiação pelo seu povo. A oferta misericordiosa de Moisés é recusada, porque a pessoa que peca é responsável pelo próprio pecado.

Deus faz um teste com Moisés e ele mostra o quanto ele cresceu nesses anos ao lado do Senhor, que possamos ser mais parecidos com Moisés e menos com o povo de Israel.

O capitulo 33 mostra que o povo vai levantar acampamento, e o Senhor diz a Moisés que não iria com eles – A presença do Senhor, antes assegurada ao seu povo, agora é retirada temporariamente por causa do pecado. O povo não usou enfeite nenhum como sinal de luto.

Essa tenda do encontro que ficava do lado de fora do acampamento – não era o tabernáculo, mas uma estrutura temporária em que o povo podia consultar ao Senhor até ser completado o tabernáculo mais durável.

 O capitulo termina com Moisés suplicando a presença do Senhor, e ele quer conhecer Deus e Deus diz que pode permitir que Ele visse parte dEle, mas a face não e diante dessa situação, Deus em Sua misericórdia e bondade renova a aliança com o povo.



APLICAÇÃO: Altos e baixos fazem parte da nossa relação com a presença de Deus, é exatamente nos momentos mais extraordinários da vida em que nós temos o grande perigo de fazer grandes tolices. Os momentos mais elevados e abençoados da sua vida pode representar o momento mais perigoso, é preciso reconhecer Deus e sermos humildes.

Que a sabedoria desse texto ilumine a sua vida!

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